Para Que Serve a Memória RAM do PC

Memória de acesso aleatório (do inglês Random Access Memory, frequentemente abreviado para RAM) é um tipo de memória que permite a leitura e a escrita, utilizada como memória primária em sistemas eletrônicos digitais.

A memória RAM é um componente essencial não apenas nos computadores pessoais, mas em qualquer tipo de computador. Por mais que exista espaço de armazenamento disponível, na forma de um HD ou memória flash, é sempre necessária uma certa quantidade de memória RAM e, naturalmente, quanto mais melhor.

O termo acesso aleatório identifica a capacidade de acesso a qualquer posição e em qualquer momento, por oposição ao acesso sequencial, imposto por alguns dispositivos de armazenamento, como fitas magnéticas. O nome não é verdadeiramente apropriado, já que outros tipos de memória (como a ROM) também permitem o acesso aleatório a seu conteúdo. O nome mais apropriado seria: Memória de Leitura e Escrita. Apesar do conceito de memória de acesso aleatório ser bastante amplo, atualmente o termo é usado apenas para definir um dispositivo eletrônico que o implementa, basicamente um tipo específico de chip. Nesse caso, também fica implícito que é uma memória volátil, isto é, todo o seu conteúdo é perdido quando a alimentação da memória é desligada. A memória principal de um computador baseado na Arquitetura de Von-Neumann é constituída por RAM. É nesta memória que são carregados os programas em execução e os respectivos dados do utilizador. Uma vez que se trata de memória volátil, os seus dados são perdidos quando o computador é desligado. Para evitar perdas de dados, é necessário salvar a informação para suporte não volátil, como o disco rígido.

Como formatar um pendrive ou HD externo via terminal


No GNU/Linux existem vários métodos e aplicações que podem nos ajudar com esta tarefa, incluindo o mais popular de todos: o GParted.
Porém, ele pode ser um pouco pesado para uma tarefa simples, como formatar um disco USB. O método que vamos usar pode ser aplicado em qualquer distribuição Linux, porque ele usa o pacote mkfs, que é presente em todas as distribuições.
A primeira coisa a fazer para começar a formatação é identificar onde está localizado o dispositivo USB, executando o comando df no terminal. Isto irá mostrar uma saída como esta:
Filesystem          1K-blocks      Used Available Use% Mounted on
rootfs 3096336 2019704 1045180 66% /
devtmpfs 1404264 0 1404264 0% /dev
/dev/sdb1 1411772 30804 1380968 3% /run/initramfs/live
/dev/mapper/live-rw 3096336 2019704 1045180 66% /
/dev/sdb1 2010264 1112100 898164 56% /mnt/live
/dev/sdc1 690850 690850 0 100% /media/vinicius
Neste caso, quero formatar o pendrive “vinicius” que está localizado em /dev/sdc1 (esta localização varia dependendo do seu sistema). Antes de iniciar o processo de formatação, devemos desmontar o dispositivo USB. Para isso, e para as etapas seguintes,  precisaremos de permissões de administrador, usando o sudo ou acessando como root.
Para desmontar o disposotivo USB use o seguinte comando:
umount /dev/sdc1
Para iniciar o processo de formatação do dispositivo USB como um sistema de arquivos FAT32, execute o seguinte comando no Terminal:
mkfs.vfat -n data /dev/sdc1
Onde “vfat” é formato que nosso disco terá “,-n dados” é o nome ou o rótulo dado ao dispositivo e, “/dev/sdc1″ é a localização do mesmo que havíamos discutido. Os formatos que podemos usar no mkfs são os seguintes
:
mkfs.btrfs     mkfs.ext2    mkfs.ext4       mkfs.msdos   mkfs.vfat
mkfs.cramfs mkfs.ext3 mkfs.ext4dev mkfs.ntfs mkfs.xfs
No final, podemos remontar a memória USB executando o seguinte comando no Terminal:
mount -a
Pronto, agora seu dispositivo está formatado e pronto para uso!

Descobrir Versão do Windows

Descobrindo Versão do Seu Windows (32 bits ou 64 bits)
Os termos 32 bits e 64 bits se referem à maneira como o processador de um computador  (também chamado de CPU) processa informações. As versões de 32 bits e 64 bits do Windows foram desenvolvidas para uso em computadores com processadores de 32 e 64 bits, respectivamente.
As versões de 64 bits do Windows podem utilizar mais memória que as versões de 32 bits do Windows. Isso ajuda a reduzir o tempo despendido na permuta de processos para dentro e para fora da memória, pelo armazenamento de um número maior desses processos na memória de acesso aleatório (RAM) em vez de fazê-lo no disco rígido. Por outro lado, isso pode aumentar o desempenho geral do programa. Para obter mais detalhes, consulte Descrição das diferenças entre versões de 32 bits do Windows Vista e versões de 64 bits do Windows Vista online (essa página pode estar em inglês).
Agora Como Eu Descubro Se é 32 bits ou 64 bits??
Para confirmar se o computador está executando em 32 ou 64 bits Windows, faça o seguinte:
Para abrir Sistema, clique no botão IniciarImagem do botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manutenção e, depois, em Sistema.
Em Sistema é possível exibir o tipo de sistema.
Para executar uma versão de 64 bits do Windows, o computador deve ter um processador de 64 bits. Para usufruir da capacidade adicional ao utilizar a memória nas versões de 64 bits do Windows Vista, é preciso ter no mínimo 4 GB de RAM instados no computador.

Além disso, será necessário ter drivers de 64 bits para o hardware e certificar-se que os programas serão executados em um ambiente Windows de 64 bits. Os drivers de dispositivos de 32 bits não funcionam em computadores que executam versões de 64 bits do Windows. Quando se tenta instalar um hardware que só tem drivers de 32 bits disponíveis, esse hardware não funciona corretamente nas versões de 64 bits do Windows. Da mesma forma, os programas que tentam instalar drivers de dispositivos de 32 em versões de 64 bits do Windows apresentarão erros. Para obter informações sobre a atualização de drivers e sobre a solução de problemas relativos a drivers de dispositivos das versões de 64 bits do Windows, entre em contato com o fabricante do hardware ou do software.
Para descobrir a velocidade do processador do computador, faça o seguinte:
Para abrir Sistema, clique no botão IniciarImagem do botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manutenção e, depois, em Sistema.
Em Sistema, você pode exibir o tipo e a velocidade do processador.
Um computador de 64 bits pode processar o dobro de informações que um computador de 32 bits, e pode ter muito mais memória RAM. Isso faz de um computador de 64 bits uma boa opção se você trabalhar com vídeos, pesquisas em grandes bancos de dados ou jogos e outros programas que requerem cálculos complexos e muita memória. Porém, um computador de 32 bits funciona muito bem para a maioria dos programas. Por exemplo, programas de planilha eletrônica, navegadores da Web e processadores de texto serão executados na mesma velocidade em um computador de 32 bits ou em um de 64 bits.
Os programas que executam versões de 64 bits do Windows Vista terão melhor desempenho quando houver drivers e programas de 64 bits disponíveis. Os tipos de programas abaixo poderão ter um melhor desempenho em versões de 64 bits do Windows Vista:
Software de CAD (Computer Aided Design)
Programas para edição de fotos e vídeos
Programas de jogos e outros que exijam cálculos complexos
Programas de acesso a banco de dados e que funcionam com grandes bancos de dados
Programas para gravação e análise de vídeo que salvam grandes quantidades de dados na memória.

Entendendo o funcionamento de uma BIOS

Entendendo todo funcionamento de uma BIOS
BIOS, em computação Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como Basic Integrated Operating System (Sistema Operacional Básico Integrado) ou Built In Operating System (Sistema Operacional Interno). O BIOS é um programa de computador  pré-gravado em memória permanente (firmware) executado por um computador quando ligado. Ele é responsável pelo suporte básico de acesso ao hardware, bem como por iniciar a carga do sistema operacional.
Origem do termo
O termo apareceu pela primeira vez no sistema operacional CP/M, descrevendo a parte do sistema carregada durante a inicialização, que lidava diretamente com o hardware (máquinas CP/M normalmente tinham apenas um simples boot loader na ROM). A maioria das versões do DOS tem um arquivo chamado “IBMBIO.COM” ou “IO.SYS” que são análogos ao disco CP/M BIOS.
Onde se localiza
O BIOS é armazenado num chip ROM (Read-Only Memory) que pode ser do tipo Mask-ROM e PROM nas placas-mãe produzidas até o início da década de 1990, e Flash ROM (memória flash) nas placas mais recentes. Na memória ROM da placa-mãe existem mais dois programas chamados Setup (usado para configurar alguns parâmetros do BIOS), e POST (Power On Self Test) (uma seqüência de testes ao hardware do computador para verificar se o sistema se encontra em estado operacional).
Funcionamento
Entre outras funções o papel mais importante do BIOS é o carregamento do sistema operacional. Quando o computador é ligado e o microprocessador tenta executar sua primeira instrução, ele tem que obtê-la de algum lugar. Não é possível obter essa instrução do sistema operacional, pois esse se localiza no disco rígido, e o microprocessador não pode se comunicar com ele sem que algumas instruções o digam como fazê-lo. É o BIOS o responsável por fornecer essas instruções.
Sequência de funcionamento
Quando o computador é ligado, o BIOS opera na seguinte sequência:
Verifica as informações armazenadas em uma minúscula memória RAM, que se localiza em um chip fabricado com tecnologia CMOS. A memória CMOS armazena informações relativas a configuração de hardware, que podem ser alteradas de acordo as mudanças do sistema. Essas informações são usadas pelo BIOS modificar ou complementar sua programação padrão, conforme necessário.
POST (Power-On Self-Test ou Autoteste de Partida), que são os diagnósticos e testes realizados nos componentes físicos (Disco rígido, processador, etc). Os problemas são comunicados ao usuário por uma combinação de sons (bipes) numa determinada seqüência e se possível, exibidos na tela. O manual do fabricante permite a identificação do problema descrevendo a mensagem que cada seqüência de sons representa.
Ativação de outros BIOS possivelmente presentes em dispositivos instalados no computador (ex. discos SCSI e placas de vídeo).
Descompactação para a memória principal. Os dados, armazenados numa forma compactada, são transferidos para a memória, e só aí descompactados. Isso é feito para evitar a perda de tempo na transferência dos dados.
Leitura dos dispositivos de armazenamento, cujos detalhes e ordem de inicialização são armazenados na CMOS. Se há um sistema operacional instalado no dispositivo, em seu primeiro sector (o Master Boot Record) estão as informações necessárias para o BIOS encontrá-la (este sector não deve exceder 512 bytes).
Existem pequenos trechos de softwares chamados de Manipuladores de Interrupção que atuam como tradutores entre os componentes de hardware e o sistema operacional. Um exemplo dessa tradução é quando é pressionada uma tecla no teclado, o evento associado ao sinal é enviado para o manipulador de interrupção do teclado que é enviado a CPU que trata e envia esse evento para o sistema operacional. Os drivers de dispositivos são outros trechos de software que identificam e atuam como interface entre os componentes básicos de hardware como o teclado, mouse, disco rígido.

Inicialização do Computador
o ligar o computador, o primeiro software que você vê a ser lido é o do BIOS. Durante a seqüência de inicialização (boot), o BIOS faz uma grande quantidade de operações para deixar o computador pronto a ser usado. Depois de verificar a configuração na CMOS e carregar os manipuladores de interrupção, o BIOS determina se a placa gráfica está operacional. Em seguida, o BIOS verifica se trata de uma primeira inicialização(cold boot) ou de uma reinicialização (reboot). Esta verifica as portas PS/2 ou portas USB à procura de um teclado ou um rato (mouse). Procura igualmente por um barramento PCI (Peripheral Component Interconnect) e, caso encontre algum, verifica todas as placas PCI instaladas. Se o BIOS encontrar algum erro durante o início (POST), haverá uma notificação ao utilizador em forma de bipes e mensagens.
Após tudo isto são apresentados detalhes sobre o sistema:
Processador
Unidades (drives) de disco flexível e disco rígido
Memória
Versão e data do BIOS
Na época do MS-DOS o BIOS atendia praticamente a todas as chamadas de entrada e saída E/S ou I/O (Input/Output) da máquina, atualmente a conexão é feita através da instalação de drivers e é por meio desses drivers que os sistemas operacionais tem contato direto com os hardwares.
Na maioria dos BIOS é possível especificar em qual ordem os dispositivos de armazenamento devem ser carregados. Desta forma é possível, por exemplo, carregar uma distribuição do sistema operacional Linux que funciona diretamente do CD antes do sistema operacional instalado no HD (especificando que o CD deve ser verificado antes do HD).
Alguns BIOS também permitem a escolha entre diversos sistemas operacionais instalados, mas isto geralmente é feito com um software de terceiros (boot loader).
Actualização ou Upgrade
Na maioria das placas-mãe modernas o BIOS pode ser atualizado, e os fabricantes disponibilizam arquivos para essa finalidade. A atualização pode resolver problemas de funcionamento de periféricos, ou mesmo erros da versão anterior do BIOS. A atualização altera três programas que estão dentro da memória ROM (BIOS, POST, Setup) e é uma operação de risco e requer muito cuidado para não haver danos na placa-mãe.
Há vários problemas que podem acontecer nas atualizações, alguns deles são: arquivos corrompidos, falta de informações para a solicitação do software correto, ou ainda a falta de energia elétrica. Se ocorrer algum problema o sistema poderá não iniciar, deixando a placa-mãe muitas vezes inoperante.
A atualização ou o upgrade do chip somente deve ser feito quando for realmente necessário.
Os principais fabricantes deste firmware são: American Megatrends (AMI), Award, General Software, Insyde Software, e Phoenix Technologies.

Particionar o HD melhora a velocidade do PC?


É muito comum encontrar computadores com discos rígidos de grande capacidade hoje em dia: 250 GB, 320 GB, 500 GB e até 1000 GB! Com tanto espaço assim, logo você terá muita coisa, o que provavelmente tornará seu sistema um pouco lento, necessitando de formatações e tudo mais.
É bem provável ainda que você já tenha ouvido falar ou então lido em fóruns de discussão na internet que particionar seu HD (ou seja, dividi-lo em várias partes) pode melhorar a velocidade do processamento de dados em sua máquina. Se você ainda tinha alguma dúvida, pode acabar com ela agora, pois isto é VERDADEParticionar o disco rígido torna-o mais rápido sim e nós vamos explicar o porquê nas linhas abaixo.
Mas por que isso acontece?
Essa resposta é um tanto quanto simples. Um disco rígido com múltiplas partições acaba por diminuir o número de vezes em que ele é efetivamente solicitado, acessado e modificado, portanto, isso faz com o tempo de resposta de cada ação realizada seja também diminuído. É uma conta simples: você “utiliza menos” determinadas partições e elas passam a funcionar mais rapidamente.
Particionar seu disco facilitar o trabalho dele na hora de encontrar, gravar e apagar coisas!
Com um disco particionado, o tempo de “procura” que é feito no HD para gravar ou encontrar dados é diminuído, afinal, ela é feita em um espaço limitado pela partição, ou seja, não será preciso varrer o disco inteiro (com suas centenas de gigabytes) para encontrar ou gravar alguma informação. Por isso também ele tende a realizar tarefas mais rapidamente.

Resumindo

De vez o Windows procura o HD inteiro em busca de um simples arquivo, com o HD particionado, ele vai procura direto na partição que você criou e guardou o arquivo.
Outras vantagens do particionamento
Se em um primeiro momento o principal motivo que levaria alguém a particionar um disco é a otimização da velocidade com que trabalho o HD, existem ainda vários outros fatores que podem contribuir para um melhor aproveitamento de seu computador através da partição de discos.
Formatação sem perda de dados
Se você divide seu disco em várias partes, ao necessitar de uma formatação, não precisará mais perder dados ou então salvá-los em outros dispositivos e mídias. Vamos dar um exemplo: você possui um HD de 320 GB. Na partição C: está instalado seu sistema operacional, na D: está os arquivos que você mais usa e programas instalados, e a E: está relativamente vazia.
Para formatar seu disco sem perder dados ou mesmo necessitar reinstalar seu sistema operacional, você somente formatará a partição D:. Para não perder nenhum de seus arquivos, mova os que devem ser salvos para a partição E: e então siga adiante com a formatação, simples e sem perder nada.

Desligar o PC antes do Windows, faz mal ?

Pode acontecer algo como isso:

“João, desligue esse notebook e preste atenção na aula!”, disse o professor Mário enquanto João e seus amigos riam apontavam para o computador durante a aula de Língua Portuguesa na faculdade. Ao perceber que o professor não brincava, um dos amigos de João decidiu tomar uma atitude drástica antes que ele pudesse fazer algo – apertou o botão desligar até que o notebook não exibisse mais nada na tela. De repente, João ficou pálido e disse ao amigo: “Se o meu computador começar a ter problemas, você vai ver!”. 

Se você já passou por algo parecido, mesmo que não tenha sido um amigo seu que desligou seu computador, já deve ter se perguntado – “Desligar o computador antes do Windows faz mal?”. Existem testes que dizem que se você fizer isso mais de dez vezes, pode causar danos irreversíveis ao seu disco rígido, de modo que o seu Windows não iniciará da maneira correta. Assim, podem acontecer travamentos e até mesmo problemas mais graves.
Desligar o computador antes do Windows faz mal?
Entretanto, há outra linha de pesquisadores de defende a teoria de que este tipo de procedimento não causa danos físicos e sim ao Windows, já que com essa medida o sistema não terá como finalizar os processos que está executando no momento em que você ordenou que o computador fosse desligado ao pressionar o botão. Assim, vários arquivos são corrompidos e alguns programas podem parar de funcionar corretamente.
Será que o disco rígido é prejudicado?
Se você adotar a linha dos pesquisadores que acreditam em danos irreparáveis no hardware, é bom ficar atento para problemas que podem acontecer devido ao corte brusco de energia nos circuitos do seu computador. O mais prejudicado nesta história pode ser o seu HD, que poderá não rodar da maneira correta e até mesmo ser riscado de uma maneira quase irreversível. Assim, o computador fica com problemas bastante sérios.

Essa é uma questão que divide muitas opiniões pelo mundo afora. Sempre haverá quem diga que não vai acontecer nada, ou então aqueles que ficam abismados toda vez que ver alguém desligar o computador direto na energia. O fato é que o sistema operacional precisa fechar algumas rotinas para que quando você ligue o computador novamente, encontre tudo como deixou no momento anterior.

Desligamentos abruptos podem fazer com que alguns arquivos do sistema operacional sejam corrompidos e não funcionem bem. O Windows, assim como outros sistemas operacionais, trabalha com arquivos importantíssimos tanto na sua iniciação quanto no encerramento. Para que o sistema continue a funcionar bem, é melhor que você use o processo convencional de desligamento através do Menu Iniciar do seu computador. Entretanto, se isso acontecer apenas uma vez ou duas, não precisa se desesperar como fez o João do exemplo acima.
Tome cuidado ao desligar o seu computador!
O problema vem quando esse tipo de desligamento se torna frequente. As rotinas do Windows, das quais já falamos, passam a ser cortadas ao meio, danificando arquivos. Imagine que o mesmo João estava fazendo um trabalho durante a aula em vez de assistir vídeos no YouTube. Se o amigo dele desligar o computador enquanto João estivesse salvando este trabalho, o Word talvez não tivesse tempo de fazer a cópia de segurança do arquivo para que quando o sistema voltasse à ativa, pudesse ser retomado do último ponto de salvamento. Agora, imagine se em vez de um trabalho, fosse uma configuração importante do seu sistema operacional. Se o Windows desligasse de repente sem que houvesse tempo para salvar este registro, com certeza você irá enfrentar alguns problemas para utilizar o computador.
Os discos rígidos antigos sofriam com o desligamento inadequado. Os novos também podem sofrer!
Agora, vamos tratar sobre o hardware. Enquanto o seu computador está ligado, existe energia circulando pelas placas e circuitos. Essa energia é filtrada pela fonte, componente vital para o seu computador. A fonte é a responsável por permitir apenas a entrada de uma quantidade específica de eletricidade na sua máquina. Há algum tempo, interromper a alimentação de um computador acarretaria consequências bastante sérias. Entretanto, as fontes de hoje em dia já conseguem garantir alguma segurança quanto a isso.
Cuide bem do seu computador!
Mesmo assim, isso não significa que existe algum tipo de imunidade a esses problemas. Outra informação importantíssima: fonte não é o estabilizador. A fonte do seu computador fica dentro do gabinete. É dela que saem os fios amarelos, vermelhos e pretos para serem ligados aos dispositivos do seu computador. O estabilizador ou no break é um utilitário externo ao seu computador. É nele que você irá ligar a tomada para que aconteça uma estabilização da energia que é enviada ao computador.
Procure não interromper a alimentação do seu computador abruptamente!
Dependendo de onde você morar, a oscilação de energia pode fazer com que os componentes sejam danificados. Por isso, o uso do estabilizador se faz importante, já que ele possui peças dispostas de maneira que a energia que chega às suas placas e discos rígidos não se torne um problema. Falando sobre discos rígidos, é importante lembrar do tempo em que o sistema operacional usado em boa parte dos computadores era o DOS.
Desligue o computador corretamente
Enquanto no Windows não é necessário fazer nenhum tipo de ação relacionada ao disco rígido para desligá-lo, no DOS o usuário precisava digitar a linha de comando “park” para que o HD fosse “estacionado” na posição correta. Caso isso não acontecesse, o disco poderia ser corrompido e todos os dados perdidos.

Muito bem, agora que você já conhece os riscos que corre se desligar o computador antes do Windows, fica a seu critério decidir qual é a melhor opção. Mas lembre-se, de qualquer maneira o sistema operacional será danificado. Pode ser que não tenha acontecido até agora, mas para que dar chance para o azar? Se existe a opção “Desligar” é porque o Windows precisa de algum tempo para ser encerrado com segurança!

Acelerando a Memória RAM do Computador


Primeiramente Oque é RAM?, RAM é a Memória de Acesso Aleatório (do inglês Random Access Memory) é um tipo de memória utilizada como memória primária que possibilita leitura e escrita. Acesso aleatório porque ela possui capacidade de acessar qualquer posição quando necessário, não precisando seguir uma seqüência para obter dados.
É como se ela soubesse o endereço do local no qual precisa chegar, seguindo diretamente até ele ao invés de ficar parando de “casa” em “casa” até achar o destinatário ou remetente dos dados que necessita.


A memória RAM exerce influência de forma indireta sobre a velocidade de desempenho do processador instalado em seu computador. Não que ela por si só faça com que ele trabalhe mais rápido, porém o processador busca as instruções previamente armazenadas nela para uma execução mais rápida.
Pentes de memória RAMLogo, se estas informações não estiverem ali (normalmente por falta de espaço) necessitarão ser transferidas do disco rígido, CD, Zip disk, pendrive, etc. até a memória RAM, tomando mais tempo nesse processo.
Dessa forma, quanto maior quantidade de memória RAM mais instruções podem ser armazenadas e programas maiores poderão ser carregados de uma só vez e em menos tempo. Quando você recebe um aviso do Sistema Operacional indicando “Memória Insuficiente” ou “Memória Virtual Insuficiente”, este se deve ao fato de um programa que foi solicitada a abertura e ele não “caber” na memória RAM por falta espaço nela.
Alguns truques podem ser feitos para aumentar o espaço da RAM de forma a obter um maior aproveitamento dela e assim melhorar a agilidade no processamento de seus dados, otimizando, de forma indireta, a velocidade de seu computador. Abaixo seguem algumas dicas.
Primeiro, para saber quanto de memória RAM está instalada, acesse o “Painel de Controle” e “Sistema”. Na Guia “Geral” são exibidas juntamente com informações do Sistema Operacional e processador, as informações de Memória.
Verificando a quantidade de memória
Uma forma de acelerar a memória RAM se faz aumentando a paginação da Memória Virtual, fazendo com que este espaço fique menos fragmentado cada vez que o Windows precisar ocupá-lo para carregar documentos. Este é um truque particularmente funcional especialmente para máquinas mais antigas.
Para isto, acesse o “Painel de Controle”, “Sistema” e entre na guia “Avançado”. Na opção “Desempenho”, clique em “Configurações” e acesse a guia “Avançado” e na opção “Memória Virtual” clique no botão “Alterar”.
Configurando a memória virtual
Então, selecione a unidade na qual serão aplicadas as novas configurações.Para definir a sua paginação arquivo corretamente, é necessário seguir alguns padrões. Primeiramente, esta paginação pode ser criada em uma partição diferente da qual o Sistema Operacional está contido, de forma que ela não tenha que competir por espaço com a pasta do Sistema que é acessada sempre que há uma requisição de I/O (entrada/saída).
Da mesma forma, não há problema algum em criá-la na mesma partição e inclusive pode ser mais aconselhável se você armazena muitos dados importantes em seu computador para evitar inconvenientes no caso de falhas críticas (a famosa “tela azul”), pois o Windows utiliza esta paginação para escrever o arquivo de depuração de informações (“debug”).
O ideal é, nos campos de valores, definir o tamanho inicial e máximo de 1,5 vezes a quantidade de RAM que você tem. Outra forma de reduzir a fragmentação da paginação arquivo é para definir o tamanho inicial e máximo para o mesmo número.
Configurando a paginação
Este último procedimento faz com que o arquivo não fique mudando seu tamanho e reduza o percentual de fragmentação. No entanto, você deve desfragmentar o disco rígido antes de fazer isso para garantir a paginação arquivo seja feita com o espaço otimizado.
Além disto, outro procedimento que pode ser aplicado é liberar o espaço da Memória RAM que não está mais sendo utilizado pelo Sistema. Por padrão, o Windows não possui o costume de “devolver” o espaço que utilizou mesmo após não precisar mais dele.
Então, o que pode acontecer é que após algum tempo de uso, sua memória RAM está inteiramente ocupada por programas que nem estejam sendo mais utilizados naquele momento, fazendo com que o computador fique mais lento e mais propenso a falhas.
Para efetuar este serviço, você pode contar com a ajuda de programas disponíveis para liberar este espaço, sendo alguns deles, inclusive, totalmente gratuitos. Abaixo, seguem alguns exemplos:
Rambooster
RamBooster em execução
O Rambooster, é um programa leve, gratuito e de fácil operação e, também, ele conta com gráficos mostrando o uso da memória.  Ele pode ser executado sempre que o Windows for carregado. Para isso, basta habilitar a caixa "Launch automatically at startup" existente na opção “Preferences” do menu “Edit”. Você também pode habilitar a caixa "Start minimized" existente na mesma tela para o programa ser iniciado minimizado.
Através do campo "Memory Control" você configura a quantidade de memória RAM que você precisa liberar e clicando em “Optimize” após essa configuração, o programa tentará liberar o máximo de memória RAM possível até que alcance o maior valor possível próximo ao valor configurado.
Você pode ainda clicar em “Send to Tray” para deixar o programa operando em segundo plano a partir da barra de ferramentas do Window. Ele também possui uma opção para acionar um alarme quando houver pouca memória RAM livre (esse valor pode ser alterado conforme desejado).
Ou seja, quando houver menos memória do que o selecionado disponível, o programa é acionado e limpa a memória RAM automaticamente. Para que esta configuração tenha efeito, o programa precisa estar ativado na barra de ferramentas.

Como monitorar a temperatura do processador do seu PC


É interessante monitorar a temperatura do processador do PC e dos demais componentes do computador. O aplicativo SpeedFan mostra a temperatura da CPU, do HD, da placa de vídeo e do sistema, em uma interface muito simples e intuitiva.
Além da temperatura, é possível monitorar a velocidade da CPU e ainda fazer over clock – o que é indicado apenas para usuários experientes.

speedfan
Para fazer o download do Speed Fan, acesse o Baixaki ou o site do desenvolvedor.
Para mostrar um ícone na bandeja do sistema, vá em configure>options e marque “start minimized”. Escolha as cores, clicando em “icon text” e “icon background”.
speedfan

Reforçando a segurança do seu Gmail


O e-mail é, sem dúvidas, a conta de Internet mais importante que temos então requer muita atenção com a segurança. Afinal, a web exige e-mail para tudo praticamente, seja para cadastrar em um site, utilizar certos serviços (blog, rede social, e etc), baixar algo (às vezes), entre outras coisas. Muitas pessoas utilizam o e-mail para fins profissionais, outras apenas o usa para sucumbir às restrições impostas em websites. Independentemente da finalidade do e-mail, se um cracker tem acesso a ele, pode vir a complicar bastante sua vida de um modo geral. 

A boa notícia para quem utiliza o Gmail -- o qual agrega inúmeros serviços como Blogger, AdSense, Google+, AdWords, Orkut, Youtube, etc -- é que você pode dar mais segurança à conta, aderindo ao recurso verificação em duas etapas do Google. Embora o Hotmail ofereça um recurso similar, ele raramente funciona. 

Sem mais blá blá blá, a verificação em duas etapas consiste em adicionar uma camada extra de proteção na conta, solicitando um código único que é enviado via SMS ou chamada de voz para o seu celular, ou registrando seu computador pessoal no parâmetro confiável.

Para saber mais sobre este recurso, leia o funcionamento dele na íntegra clicando no botão abaixo.
Visualizar descrição do recurso ↓

Ativando a verificação em duas etapas

1. Faça login em sua conta Google.

2. Acessa a página a seguir: https://www.google.com/settings/security?hl=pt_BR

3. No item "Verificação em duas etapas" clique no botão Editar, logo a frente.

configurar-gmail-não-ser-hackeado

4. Clique no botão Inf. conf.

verificação-duas-etapas-gmail

5. Na próxima página, selecione o país em que está e coloque o DDD da sua cidade + o número do seu celular, tudo junto sem espaços. Em seguida, escolha se deseja receber o código via SMS ou chamada de voz e clique em Enviar código.

código-unico-google

6. Na tela seguinte, insira o código que você acabou de receber (seja via SMS ou chamada) e clique em Verificar.

configurar-verificação-2-etapas-google

7. A seguir, surgirá uma tela com a opção "Confiar neste computador" já selecionada. Recomendo que deixe como está (pode ser alterado quando achar conveniente) e clique emPróximo

como-funciona-verificação-2-etapas

8. Agora clique em Confirmar para ativar a verificação em duas etapas e digite sua senha para finalizar todo processo.

Pronto! A verificação está ativada em seu perfil.

Pós-Ativação

Depois que a ativação do recurso for finalizada, no primeiro login você terá de fornecer um código que será enviado para seu celular. Haverá uma opção chamada "Confiar neste computador", se você estiver em seu próprio PC, sugiro que marque esta opção para não ter que digitar o código toda vez que for logar em uma conta Google.

código-segurança-gmail

Mas se pretende solicitar um código sempre que efetuar login, desmarque a respectiva opção mencionada.

Configurações Importantes

É recomendável que você coloque o número de um celular alternativo, caso possua, em caso de emergência.

Para isso, na página de configuração, a qual você está neste momento, clique em "Adicionar um número de telefone" e informe o DDD + número do outro cel.

verificação-2-etapas-funciona-todas-contas-google

Ainda nessa página de configuração, desça até a seção "Códigos de backup para impressão" e clique em "Mostrar códigos de backup". Esses códigos, que são 10 no total, são necessários caso seu telefone não esteja disponível por algum motivo, estes códigos serão a única maneira de fazer login em sua conta. Guarde-os em um lugar acessível.

código-backup-gmail

Configurações

Para acessar o painel de configuração deste recurso, entre na página Segurança e, na frente de "Verificação em duas etapas", clique em Editar.

Baixando todas as fotos do Instagram para o PC


O Instagram é moda entre usuários de iPhones, Smartphones, dentre outros dispositivos móveis da atualidade. Não é a toa que o número de utilizadores diários já superou o número de usuários ativos do Twitter. 

Mas há um grande problema quando se trata de fazer um backup, por exemplo, das fotos publicadas no Instagram. O serviço não oferece uma opção própria para isso.

Porém, apresento o Instarchive. Visando fornecer uma função mais prática e viável ao utilizador, o Instarchive é um website gratuito que faz o download de todas as fotos publicadas em seu Instagram de uma só vez, e o melhor, basta um singelo clique. O serviço é auto-explicativo e não exige conhecimento técnico para utilizá-lo, além disso, é integrado à sua conta do Instagram mesmo.
BAIXANDO TODAS AS FOTOS DO INSTAGRAM SIMULTANEAMENTE


1. Acesse o Instarchive e clique em Connect With Instagram
2. Efetue login com sua conta do Instagram.

baixar-todas-fotos-instagram

3. Será necessário dar permissão para que aplicativo acesse sua conta. Portanto, clique no botão Authorize

backup-fotos-instagram-2012

4. Após o processo de compilação, você verá as miniaturas de suas fotos. Agora basta clicar em Download As A Zip File e baixar o arquivo. 

baixar-todas-fotos-instagram-pc

Lembrando que o arquivo virá compactado. Utilize o WinRAR, WinZip ou qualquer outro descompactador para extrair as fotos do arquivo compactado.