Memória de acesso aleatório (do inglês Random Access Memory, frequentemente abreviado para RAM) é um tipo de memória que permite a leitura e a escrita, utilizada como memória primária em sistemas eletrônicos digitais.
A memória RAM é um componente essencial não apenas nos computadores pessoais, mas em qualquer tipo de computador. Por mais que exista espaço de armazenamento disponível, na forma de um HD ou memória flash, é sempre necessária uma certa quantidade de memória RAM e, naturalmente, quanto mais melhor.
O termo acesso aleatório identifica a capacidade de acesso a qualquer posição e em qualquer momento, por oposição ao acesso sequencial, imposto por alguns dispositivos de armazenamento, como fitas magnéticas. O nome não é verdadeiramente apropriado, já que outros tipos de memória (como a ROM) também permitem o acesso aleatório a seu conteúdo. O nome mais apropriado seria: Memória de Leitura e Escrita. Apesar do conceito de memória de acesso aleatório ser bastante amplo, atualmente o termo é usado apenas para definir um dispositivo eletrônico que o implementa, basicamente um tipo específico de chip. Nesse caso, também fica implícito que é uma memória volátil, isto é, todo o seu conteúdo é perdido quando a alimentação da memória é desligada. A memória principal de um computador baseado na Arquitetura de Von-Neumann é constituída por RAM. É nesta memória que são carregados os programas em execução e os respectivos dados do utilizador. Uma vez que se trata de memória volátil, os seus dados são perdidos quando o computador é desligado. Para evitar perdas de dados, é necessário salvar a informação para suporte não volátil, como o disco rígido.
Tutoriais Tec Brasil - Seu computador descomplicado!
Como formatar um pendrive ou HD externo via terminal
No GNU/Linux existem vários métodos e aplicações que podem nos ajudar com esta tarefa, incluindo o mais popular de todos: o GParted.
Porém, ele pode ser um pouco pesado para uma tarefa simples, como formatar um disco USB. O método que vamos usar pode ser aplicado em qualquer distribuição Linux, porque ele usa o pacote mkfs, que é presente em todas as distribuições.
A primeira coisa a fazer para começar a formatação é identificar onde está localizado o dispositivo USB, executando o comando df no terminal. Isto irá mostrar uma saída como esta:
Filesystem 1K-blocks Used Available Use% Mounted on
rootfs 3096336 2019704 1045180 66% /
devtmpfs 1404264 0 1404264 0% /dev
/dev/sdb1 1411772 30804 1380968 3% /run/initramfs/live
/dev/mapper/live-rw 3096336 2019704 1045180 66% /
/dev/sdb1 2010264 1112100 898164 56% /mnt/live
/dev/sdc1 690850 690850 0 100% /media/viniciusNeste caso, quero formatar o pendrive “vinicius” que está localizado em /dev/sdc1 (esta localização varia dependendo do seu sistema). Antes de iniciar o processo de formatação, devemos desmontar o dispositivo USB. Para isso, e para as etapas seguintes, precisaremos de permissões de administrador, usando o sudo ou acessando como root.
Para desmontar o disposotivo USB use o seguinte comando:
umount /dev/sdc1Para iniciar o processo de formatação do dispositivo USB como um sistema de arquivos FAT32, execute o seguinte comando no Terminal:
mkfs.vfat -n data /dev/sdc1Onde “vfat” é formato que nosso disco terá “,-n dados” é o nome ou o rótulo dado ao dispositivo e, “/dev/sdc1″ é a localização do mesmo que havíamos discutido. Os formatos que podemos usar no mkfs são os seguintes
:
mkfs.btrfs mkfs.ext2 mkfs.ext4 mkfs.msdos mkfs.vfat
mkfs.cramfs mkfs.ext3 mkfs.ext4dev mkfs.ntfs mkfs.xfsNo final, podemos remontar a memória USB executando o seguinte comando no Terminal:
mount -aPronto, agora seu dispositivo está formatado e pronto para uso!
Descobrir Versão do Windows
Descobrindo Versão do Seu Windows (32 bits ou 64 bits)
Os termos 32 bits e 64 bits se referem à maneira como o processador de um computador (também chamado de CPU) processa informações. As versões de 32 bits e 64 bits do Windows foram desenvolvidas para uso em computadores com processadores de 32 e 64 bits, respectivamente.
As versões de 64 bits do Windows podem utilizar mais memória que as versões de 32 bits do Windows. Isso ajuda a reduzir o tempo despendido na permuta de processos para dentro e para fora da memória, pelo armazenamento de um número maior desses processos na memória de acesso aleatório (RAM) em vez de fazê-lo no disco rígido. Por outro lado, isso pode aumentar o desempenho geral do programa. Para obter mais detalhes, consulte Descrição das diferenças entre versões de 32 bits do Windows Vista e versões de 64 bits do Windows Vista online (essa página pode estar em inglês).
Agora Como Eu Descubro Se é 32 bits ou 64 bits??
Para confirmar se o computador está executando em 32 ou 64 bits Windows, faça o seguinte:
Para abrir Sistema, clique no botão IniciarImagem do botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manutenção e, depois, em Sistema.
Em Sistema é possível exibir o tipo de sistema.
Para executar uma versão de 64 bits do Windows, o computador deve ter um processador de 64 bits. Para usufruir da capacidade adicional ao utilizar a memória nas versões de 64 bits do Windows Vista, é preciso ter no mínimo 4 GB de RAM instados no computador.
Além disso, será necessário ter drivers de 64 bits para o hardware e certificar-se que os programas serão executados em um ambiente Windows de 64 bits. Os drivers de dispositivos de 32 bits não funcionam em computadores que executam versões de 64 bits do Windows. Quando se tenta instalar um hardware que só tem drivers de 32 bits disponíveis, esse hardware não funciona corretamente nas versões de 64 bits do Windows. Da mesma forma, os programas que tentam instalar drivers de dispositivos de 32 em versões de 64 bits do Windows apresentarão erros. Para obter informações sobre a atualização de drivers e sobre a solução de problemas relativos a drivers de dispositivos das versões de 64 bits do Windows, entre em contato com o fabricante do hardware ou do software.
Para descobrir a velocidade do processador do computador, faça o seguinte:
Para abrir Sistema, clique no botão IniciarImagem do botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manutenção e, depois, em Sistema.
Em Sistema, você pode exibir o tipo e a velocidade do processador.
Um computador de 64 bits pode processar o dobro de informações que um computador de 32 bits, e pode ter muito mais memória RAM. Isso faz de um computador de 64 bits uma boa opção se você trabalhar com vídeos, pesquisas em grandes bancos de dados ou jogos e outros programas que requerem cálculos complexos e muita memória. Porém, um computador de 32 bits funciona muito bem para a maioria dos programas. Por exemplo, programas de planilha eletrônica, navegadores da Web e processadores de texto serão executados na mesma velocidade em um computador de 32 bits ou em um de 64 bits.
Os programas que executam versões de 64 bits do Windows Vista terão melhor desempenho quando houver drivers e programas de 64 bits disponíveis. Os tipos de programas abaixo poderão ter um melhor desempenho em versões de 64 bits do Windows Vista:
Software de CAD (Computer Aided Design)
Programas para edição de fotos e vídeos
Programas de jogos e outros que exijam cálculos complexos
Programas de acesso a banco de dados e que funcionam com grandes bancos de dados
Programas para gravação e análise de vídeo que salvam grandes quantidades de dados na memória.
Os termos 32 bits e 64 bits se referem à maneira como o processador de um computador (também chamado de CPU) processa informações. As versões de 32 bits e 64 bits do Windows foram desenvolvidas para uso em computadores com processadores de 32 e 64 bits, respectivamente.
As versões de 64 bits do Windows podem utilizar mais memória que as versões de 32 bits do Windows. Isso ajuda a reduzir o tempo despendido na permuta de processos para dentro e para fora da memória, pelo armazenamento de um número maior desses processos na memória de acesso aleatório (RAM) em vez de fazê-lo no disco rígido. Por outro lado, isso pode aumentar o desempenho geral do programa. Para obter mais detalhes, consulte Descrição das diferenças entre versões de 32 bits do Windows Vista e versões de 64 bits do Windows Vista online (essa página pode estar em inglês).
Agora Como Eu Descubro Se é 32 bits ou 64 bits??
Para confirmar se o computador está executando em 32 ou 64 bits Windows, faça o seguinte:
Para abrir Sistema, clique no botão IniciarImagem do botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manutenção e, depois, em Sistema.
Em Sistema é possível exibir o tipo de sistema.
Para executar uma versão de 64 bits do Windows, o computador deve ter um processador de 64 bits. Para usufruir da capacidade adicional ao utilizar a memória nas versões de 64 bits do Windows Vista, é preciso ter no mínimo 4 GB de RAM instados no computador.
Além disso, será necessário ter drivers de 64 bits para o hardware e certificar-se que os programas serão executados em um ambiente Windows de 64 bits. Os drivers de dispositivos de 32 bits não funcionam em computadores que executam versões de 64 bits do Windows. Quando se tenta instalar um hardware que só tem drivers de 32 bits disponíveis, esse hardware não funciona corretamente nas versões de 64 bits do Windows. Da mesma forma, os programas que tentam instalar drivers de dispositivos de 32 em versões de 64 bits do Windows apresentarão erros. Para obter informações sobre a atualização de drivers e sobre a solução de problemas relativos a drivers de dispositivos das versões de 64 bits do Windows, entre em contato com o fabricante do hardware ou do software.
Para descobrir a velocidade do processador do computador, faça o seguinte:
Para abrir Sistema, clique no botão IniciarImagem do botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e Manutenção e, depois, em Sistema.
Em Sistema, você pode exibir o tipo e a velocidade do processador.
Um computador de 64 bits pode processar o dobro de informações que um computador de 32 bits, e pode ter muito mais memória RAM. Isso faz de um computador de 64 bits uma boa opção se você trabalhar com vídeos, pesquisas em grandes bancos de dados ou jogos e outros programas que requerem cálculos complexos e muita memória. Porém, um computador de 32 bits funciona muito bem para a maioria dos programas. Por exemplo, programas de planilha eletrônica, navegadores da Web e processadores de texto serão executados na mesma velocidade em um computador de 32 bits ou em um de 64 bits.
Os programas que executam versões de 64 bits do Windows Vista terão melhor desempenho quando houver drivers e programas de 64 bits disponíveis. Os tipos de programas abaixo poderão ter um melhor desempenho em versões de 64 bits do Windows Vista:
Software de CAD (Computer Aided Design)
Programas para edição de fotos e vídeos
Programas de jogos e outros que exijam cálculos complexos
Programas de acesso a banco de dados e que funcionam com grandes bancos de dados
Programas para gravação e análise de vídeo que salvam grandes quantidades de dados na memória.
Entendendo o funcionamento de uma BIOS
Entendendo todo funcionamento de uma BIOS
BIOS, em computação Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como Basic Integrated Operating System (Sistema Operacional Básico Integrado) ou Built In Operating System (Sistema Operacional Interno). O BIOS é um programa de computador pré-gravado em memória permanente (firmware) executado por um computador quando ligado. Ele é responsável pelo suporte básico de acesso ao hardware, bem como por iniciar a carga do sistema operacional.
Origem do termo
O termo apareceu pela primeira vez no sistema operacional CP/M, descrevendo a parte do sistema carregada durante a inicialização, que lidava diretamente com o hardware (máquinas CP/M normalmente tinham apenas um simples boot loader na ROM). A maioria das versões do DOS tem um arquivo chamado “IBMBIO.COM” ou “IO.SYS” que são análogos ao disco CP/M BIOS.
Onde se localiza
O BIOS é armazenado num chip ROM (Read-Only Memory) que pode ser do tipo Mask-ROM e PROM nas placas-mãe produzidas até o início da década de 1990, e Flash ROM (memória flash) nas placas mais recentes. Na memória ROM da placa-mãe existem mais dois programas chamados Setup (usado para configurar alguns parâmetros do BIOS), e POST (Power On Self Test) (uma seqüência de testes ao hardware do computador para verificar se o sistema se encontra em estado operacional).
Funcionamento
Entre outras funções o papel mais importante do BIOS é o carregamento do sistema operacional. Quando o computador é ligado e o microprocessador tenta executar sua primeira instrução, ele tem que obtê-la de algum lugar. Não é possível obter essa instrução do sistema operacional, pois esse se localiza no disco rígido, e o microprocessador não pode se comunicar com ele sem que algumas instruções o digam como fazê-lo. É o BIOS o responsável por fornecer essas instruções.
Sequência de funcionamento
Quando o computador é ligado, o BIOS opera na seguinte sequência:
Verifica as informações armazenadas em uma minúscula memória RAM, que se localiza em um chip fabricado com tecnologia CMOS. A memória CMOS armazena informações relativas a configuração de hardware, que podem ser alteradas de acordo as mudanças do sistema. Essas informações são usadas pelo BIOS modificar ou complementar sua programação padrão, conforme necessário.
POST (Power-On Self-Test ou Autoteste de Partida), que são os diagnósticos e testes realizados nos componentes físicos (Disco rígido, processador, etc). Os problemas são comunicados ao usuário por uma combinação de sons (bipes) numa determinada seqüência e se possível, exibidos na tela. O manual do fabricante permite a identificação do problema descrevendo a mensagem que cada seqüência de sons representa.
Ativação de outros BIOS possivelmente presentes em dispositivos instalados no computador (ex. discos SCSI e placas de vídeo).
Descompactação para a memória principal. Os dados, armazenados numa forma compactada, são transferidos para a memória, e só aí descompactados. Isso é feito para evitar a perda de tempo na transferência dos dados.
Leitura dos dispositivos de armazenamento, cujos detalhes e ordem de inicialização são armazenados na CMOS. Se há um sistema operacional instalado no dispositivo, em seu primeiro sector (o Master Boot Record) estão as informações necessárias para o BIOS encontrá-la (este sector não deve exceder 512 bytes).
Existem pequenos trechos de softwares chamados de Manipuladores de Interrupção que atuam como tradutores entre os componentes de hardware e o sistema operacional. Um exemplo dessa tradução é quando é pressionada uma tecla no teclado, o evento associado ao sinal é enviado para o manipulador de interrupção do teclado que é enviado a CPU que trata e envia esse evento para o sistema operacional. Os drivers de dispositivos são outros trechos de software que identificam e atuam como interface entre os componentes básicos de hardware como o teclado, mouse, disco rígido.
Inicialização do Computador
o ligar o computador, o primeiro software que você vê a ser lido é o do BIOS. Durante a seqüência de inicialização (boot), o BIOS faz uma grande quantidade de operações para deixar o computador pronto a ser usado. Depois de verificar a configuração na CMOS e carregar os manipuladores de interrupção, o BIOS determina se a placa gráfica está operacional. Em seguida, o BIOS verifica se trata de uma primeira inicialização(cold boot) ou de uma reinicialização (reboot). Esta verifica as portas PS/2 ou portas USB à procura de um teclado ou um rato (mouse). Procura igualmente por um barramento PCI (Peripheral Component Interconnect) e, caso encontre algum, verifica todas as placas PCI instaladas. Se o BIOS encontrar algum erro durante o início (POST), haverá uma notificação ao utilizador em forma de bipes e mensagens.
Após tudo isto são apresentados detalhes sobre o sistema:
Processador
Unidades (drives) de disco flexível e disco rígido
Memória
Versão e data do BIOS
Na época do MS-DOS o BIOS atendia praticamente a todas as chamadas de entrada e saída E/S ou I/O (Input/Output) da máquina, atualmente a conexão é feita através da instalação de drivers e é por meio desses drivers que os sistemas operacionais tem contato direto com os hardwares.
Na maioria dos BIOS é possível especificar em qual ordem os dispositivos de armazenamento devem ser carregados. Desta forma é possível, por exemplo, carregar uma distribuição do sistema operacional Linux que funciona diretamente do CD antes do sistema operacional instalado no HD (especificando que o CD deve ser verificado antes do HD).
Alguns BIOS também permitem a escolha entre diversos sistemas operacionais instalados, mas isto geralmente é feito com um software de terceiros (boot loader).
Actualização ou Upgrade
Na maioria das placas-mãe modernas o BIOS pode ser atualizado, e os fabricantes disponibilizam arquivos para essa finalidade. A atualização pode resolver problemas de funcionamento de periféricos, ou mesmo erros da versão anterior do BIOS. A atualização altera três programas que estão dentro da memória ROM (BIOS, POST, Setup) e é uma operação de risco e requer muito cuidado para não haver danos na placa-mãe.
Há vários problemas que podem acontecer nas atualizações, alguns deles são: arquivos corrompidos, falta de informações para a solicitação do software correto, ou ainda a falta de energia elétrica. Se ocorrer algum problema o sistema poderá não iniciar, deixando a placa-mãe muitas vezes inoperante.
A atualização ou o upgrade do chip somente deve ser feito quando for realmente necessário.
Os principais fabricantes deste firmware são: American Megatrends (AMI), Award, General Software, Insyde Software, e Phoenix Technologies.
BIOS, em computação Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O termo é incorretamente conhecido como Basic Integrated Operating System (Sistema Operacional Básico Integrado) ou Built In Operating System (Sistema Operacional Interno). O BIOS é um programa de computador pré-gravado em memória permanente (firmware) executado por um computador quando ligado. Ele é responsável pelo suporte básico de acesso ao hardware, bem como por iniciar a carga do sistema operacional.
Origem do termo
O termo apareceu pela primeira vez no sistema operacional CP/M, descrevendo a parte do sistema carregada durante a inicialização, que lidava diretamente com o hardware (máquinas CP/M normalmente tinham apenas um simples boot loader na ROM). A maioria das versões do DOS tem um arquivo chamado “IBMBIO.COM” ou “IO.SYS” que são análogos ao disco CP/M BIOS.
Onde se localiza
O BIOS é armazenado num chip ROM (Read-Only Memory) que pode ser do tipo Mask-ROM e PROM nas placas-mãe produzidas até o início da década de 1990, e Flash ROM (memória flash) nas placas mais recentes. Na memória ROM da placa-mãe existem mais dois programas chamados Setup (usado para configurar alguns parâmetros do BIOS), e POST (Power On Self Test) (uma seqüência de testes ao hardware do computador para verificar se o sistema se encontra em estado operacional).
Funcionamento
Entre outras funções o papel mais importante do BIOS é o carregamento do sistema operacional. Quando o computador é ligado e o microprocessador tenta executar sua primeira instrução, ele tem que obtê-la de algum lugar. Não é possível obter essa instrução do sistema operacional, pois esse se localiza no disco rígido, e o microprocessador não pode se comunicar com ele sem que algumas instruções o digam como fazê-lo. É o BIOS o responsável por fornecer essas instruções.
Sequência de funcionamento
Quando o computador é ligado, o BIOS opera na seguinte sequência:
Verifica as informações armazenadas em uma minúscula memória RAM, que se localiza em um chip fabricado com tecnologia CMOS. A memória CMOS armazena informações relativas a configuração de hardware, que podem ser alteradas de acordo as mudanças do sistema. Essas informações são usadas pelo BIOS modificar ou complementar sua programação padrão, conforme necessário.
POST (Power-On Self-Test ou Autoteste de Partida), que são os diagnósticos e testes realizados nos componentes físicos (Disco rígido, processador, etc). Os problemas são comunicados ao usuário por uma combinação de sons (bipes) numa determinada seqüência e se possível, exibidos na tela. O manual do fabricante permite a identificação do problema descrevendo a mensagem que cada seqüência de sons representa.
Ativação de outros BIOS possivelmente presentes em dispositivos instalados no computador (ex. discos SCSI e placas de vídeo).
Descompactação para a memória principal. Os dados, armazenados numa forma compactada, são transferidos para a memória, e só aí descompactados. Isso é feito para evitar a perda de tempo na transferência dos dados.
Leitura dos dispositivos de armazenamento, cujos detalhes e ordem de inicialização são armazenados na CMOS. Se há um sistema operacional instalado no dispositivo, em seu primeiro sector (o Master Boot Record) estão as informações necessárias para o BIOS encontrá-la (este sector não deve exceder 512 bytes).
Existem pequenos trechos de softwares chamados de Manipuladores de Interrupção que atuam como tradutores entre os componentes de hardware e o sistema operacional. Um exemplo dessa tradução é quando é pressionada uma tecla no teclado, o evento associado ao sinal é enviado para o manipulador de interrupção do teclado que é enviado a CPU que trata e envia esse evento para o sistema operacional. Os drivers de dispositivos são outros trechos de software que identificam e atuam como interface entre os componentes básicos de hardware como o teclado, mouse, disco rígido.
Inicialização do Computador
o ligar o computador, o primeiro software que você vê a ser lido é o do BIOS. Durante a seqüência de inicialização (boot), o BIOS faz uma grande quantidade de operações para deixar o computador pronto a ser usado. Depois de verificar a configuração na CMOS e carregar os manipuladores de interrupção, o BIOS determina se a placa gráfica está operacional. Em seguida, o BIOS verifica se trata de uma primeira inicialização(cold boot) ou de uma reinicialização (reboot). Esta verifica as portas PS/2 ou portas USB à procura de um teclado ou um rato (mouse). Procura igualmente por um barramento PCI (Peripheral Component Interconnect) e, caso encontre algum, verifica todas as placas PCI instaladas. Se o BIOS encontrar algum erro durante o início (POST), haverá uma notificação ao utilizador em forma de bipes e mensagens.
Após tudo isto são apresentados detalhes sobre o sistema:
Processador
Unidades (drives) de disco flexível e disco rígido
Memória
Versão e data do BIOS
Na época do MS-DOS o BIOS atendia praticamente a todas as chamadas de entrada e saída E/S ou I/O (Input/Output) da máquina, atualmente a conexão é feita através da instalação de drivers e é por meio desses drivers que os sistemas operacionais tem contato direto com os hardwares.
Na maioria dos BIOS é possível especificar em qual ordem os dispositivos de armazenamento devem ser carregados. Desta forma é possível, por exemplo, carregar uma distribuição do sistema operacional Linux que funciona diretamente do CD antes do sistema operacional instalado no HD (especificando que o CD deve ser verificado antes do HD).
Alguns BIOS também permitem a escolha entre diversos sistemas operacionais instalados, mas isto geralmente é feito com um software de terceiros (boot loader).
Actualização ou Upgrade
Na maioria das placas-mãe modernas o BIOS pode ser atualizado, e os fabricantes disponibilizam arquivos para essa finalidade. A atualização pode resolver problemas de funcionamento de periféricos, ou mesmo erros da versão anterior do BIOS. A atualização altera três programas que estão dentro da memória ROM (BIOS, POST, Setup) e é uma operação de risco e requer muito cuidado para não haver danos na placa-mãe.
Há vários problemas que podem acontecer nas atualizações, alguns deles são: arquivos corrompidos, falta de informações para a solicitação do software correto, ou ainda a falta de energia elétrica. Se ocorrer algum problema o sistema poderá não iniciar, deixando a placa-mãe muitas vezes inoperante.
A atualização ou o upgrade do chip somente deve ser feito quando for realmente necessário.
Os principais fabricantes deste firmware são: American Megatrends (AMI), Award, General Software, Insyde Software, e Phoenix Technologies.
Assinar:
Comentários (Atom)